Caminho circular da ancestralidade
Giras fora dos eixos
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.21136809Palavras-chave:
Poesia Decolonial, Corpo-Território, Circularidade Ancestral, Psicologia da Descolonização, Epistemologia do CuidadoResumo
No chão rachado do conhecimento instituído, este trabalho faz brotar a poesia como fumaça sagrada, reza e insurgência. Trata-se de um mergulho crítico na Psicologia da Descolonização, onde a autora tensiona os limites acadêmicos para reencontrar a ancestralidade viva e o corpo-território. Entre cantos ao Cerrado, tambores que acordam a memória e a força da mulher negra que reergue o mundo, a escrita poética opera como cura para os silenciamentos da história. Ao girar fora dos eixos eurocêntricos, firma-se uma práxis psicológica tecida em roda, onde a oralidade, os rituais da terra e o afeto comunitário são reconhecidos como fontes soberanas de vida, transformação e liberdade.
Referências
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