ArtÉrica

Onde o corpo faz passagem

Autores

  • Érica Matos dos Santos Instituto Parentes
  • Tatiana Deola

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.21137250

Palavras-chave:

Ebó Epistêmico, Escrita Poética, Memória Corporal, Saberes Ancestrais, Giro Descolonial

Resumo

Este trabalho não explica o mundo; destrincha seus fios, reordena o sensível e acende frestas na pele. Configurado como um Ebó Epistêmico, a obra se derrama como oferenda de linguagem e ato político que desobedece a rigidez linear da academia tradicional. Organizada em "giros" circulares e performativos, a escrita-viva e autobiográfica consagra o corpo, o terreiro, a oralidade e a espiritualidade como solos legítimos de cura e produção de saber. Cada poema aqui cultuado atua como medicina rústica e ancestral — vento, erva, barro, lágrima e sopro —, costurado intuitivamente para desatar nós e espantar os silenciamentos cotidianos que adoecem a mente. Recusando pontos finais, o texto se oferece como travessia contínua e tempo espiralado, onde a memória corporal dança e a ancestralidade responde.

Biografia do Autor

Érica Matos dos Santos, Instituto Parentes

Psicóloga Clínica. Analista Junguiana e Co-diretora do Instituto de Psicologia Analítica da Bahia, Associação Junguiana do Brasil (AJB) e da International Association for Analytical Psychology (IAAP) e Coordenadora do Departamento da Diversidade Sexual e de Gênero. Pós-graduada em Direito Homoafetivo e Gênero pela Universidade Santa Cecília, Pós-graduada em Psicologia Decolonial, Isntituto Parentes, Ceará. Uma das fundadoras do Movimento Feminista da Psicologia Complexa.

Tatiana Deola

Psicóloga Clínica. Mestre em Psicologia Clínica pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia na área de concentração Estudos da Subjetividade da Universidade Federal Fluminense (UFF). Especialista em Psicologia Analítica pela Universidade Veiga de Almeida (UVA).

Referências

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Publicado

07.07.2026

Como Citar

Santos, Érica M. dos, & Deola, T. (2026). ArtÉrica: Onde o corpo faz passagem. Revista Parentada, 1(1), 211–218. https://doi.org/10.5281/zenodo.21137250